Olá Pessoas, tudo bem?
Começamos esta semana com o conteúdo deste ano, Os Seres Vivos.
Vou organizar os posts do Blog de acordo com os capítulos do nosso livro, ok?
Começamos então com a Organização dos Seres Vivos.
Para ter aceso a todo o conteúdo sobre este assunto, clique AQUI .
Leia o texto com atenção, anote sua dúvidas e as traga para a sala de aula.
Vejo vocês na aula!!!!
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Reino Plantae (Metaphyta) - Pteridófitas
Olá Pessoas, tudo bem?
Nada de folga pra nós que temos MUITO mesmo pra aprender e só faltam 2 meses pra esse ano acabar....
Então, mãos à obra!!!
PTERIDÓFITAS
São as famosas samambaias, avencas (aí ao lado esquerdo) e xaxins. Também uma planta um pouco menos conhecida chamada cavalinha.
Esse nome lindão veio do grego pteridon, que significa “feto” e phyton, que significa “planta”, isso porque a forma das folhas em brotamento lembram a posição de um feto no útero materno, como vocês podem notar na foto ao lado.
Hoje em dia a importância das pteridófitas para os interesses humanos é apenas seu valor ornamental.
Porém ao longo da história evolutiva do planeta, elas tiveram grande importância pois foram as primeiras a apresentar um sistema de vasos condutores de nutrientes. Isso favoreceu o transporte rápido pelo corpo do vegetal e possibilitou o surgimento de plantas de grande porte. Essa característica também é marcante para a adaptação ao ambiente terrestre.
O corpo das pteridófitas possui raiz, caule e folhas verdadeiros. O caule na maioria dos casos é subterrâneo e as folhas, divididas em folíolos.
Apesar de serem plantas terrestres, as petridófitas vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados.
REPRODUÇÃO DAS PTERIDÓFITAS
Assim como as Briófitas, as Pteridófitas também apresentam duas fases (sexuada e assexuada) em seu ciclo reprodutivo.
Por exemplo, as samambaias, que são plantas assexuadas e produtoras de esporos. Portanto é a fase chamada de esporófito.
Em certas ocasiões surgem pontinhos escuros na face inferior das folhas da samambaia. (Veja a foto ao lado) São os chamados soros. Em cada um desdes soros são produzidos inúmeros esporos que ao amadurecer, são liberados.
Ao cair em solo úmido, cada esporo pode germinar e dar origem a um protalo, essa plantinha em forma de coração mostrada na figura. O protalo é uma planta sexuada e produtora de gametas, ou seja, é o gametófito.
No protalo existem estruturas que formam anterozóides e oosferas. Também exite uma quantidade de água suficiente para levar o anterozóide até a oosfera para a fecundação. Então surge o zigoto que irá formar o embrião. O embrião se desenvolve e forma uma samambaia. Observe a ilustração abaixo:
Uma coisa importante a ser dita e nunca esquecida é que, no caso das Pteridófitas, a fase chamada esporófito é duradoura enquanto a fase denominada gametófito é passageira (desaparece logo após a fecundação). Notem que é exatamente o contrário do que acontece com as Briófitas.
That’s it!!! J
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Reino Plantae (Metaphyta) - Algas Pluricelulares
Começamos agora a estudar o Reino Plantae (Metaphyta), ou seja, dos vegetais.
Vocês já notaram que o nível de complexidade dos organismos está aumentando. Neste Reino estão incluídos muitos tipos diferentes entre si, mas com algumas características em comum: São pluricelulares, autótrofos e macroscópicos.
Vamos estudar diversos grupos de plantas, cada um em um post diferente, a começar pelas algas pluricelulares. Então... mãos à obra!!!
ALGAS PLURICELULARES
São organismos aquáticos, em sua maioria marinhos, mas também com espécies de água doce, ou seja, vivendo em rios e lagos. Até mesmo em solos úmidos.
As algas pluricelulares não têm órgaos especializados e seu corpo todo é denominado talo.
Sua reprodução é variável, dependendo da espécie., podendo ser assexuada ou sexuada. Dividem-se em 3 grupos: Clorófitas, Rodófitas e Feófitas.
CLORÓFITAS
Também chamadas de Clorofíceas, são conhecidas como "algas verdes". A maioria marinha mas também com algumas espécies dulcícolas.
Muitas delas são consumidas pelo ser humano como alimento, como por exemplo o gênero Ulva (alfaces-do-mar), muito apreciadas pelos orientais.
RODÓFITAS
As Rodofíceas são conhecidas como "algas vermelhas", mas podem também apresentar a coloração azulada e róseas, dentre outras. Isso porque além da clorofila, possuem possuem outros pigmentos como a ficoeritrina(avermelhada) e a ficocianina(azulada).
Algumas rodófitas são utilzadas como alimento, como por exemplo a nori, utilizada no preparo do sushi.
FEÓFITAS
Também chamadas de Feofíceas, são conhecidas como algas pardas, pois sua coloração vai do marron-escuro ao verde-amarelado, dependendo da proporção de seus pigmentos. Além da clorofila, apresentam a fucoxantina.
São quase que exclusivamente marinhas e os exemplares mais conhecidos são os sargaços (gênero Sargassum). Podem chegar a medir vários metros de comprimento.
domingo, 11 de setembro de 2011
Reino Fungi
Olá pessoas, tudo joínha?
Falamos esta semana sobre o Reino Fungi, ou Reino dos Fungos.
No dia-a-dia convivemos com numerosos fungos ou com seus produtos e nos damos conta. Os vinhos, queijos, podridões dos frutos e até mesmo as micoses (chulé, frieiras, etc) que, a primeira vista parecem não ter nada em comum, na verdade resultam da atividade dos fungos.
Para saber mais, clique AQUI e aproveite o material que escolhi. Depois disto, e agora mais familiarizados com o assunto, poderemos discutir em sala de aula sobre qualquer eventual dúvida.
Um abração!!!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A Organização dos Seres Vivos
Olá, pessoas, tudo bem?
Vamos iniciar dando as características gerais de todos os seres vivos pois são eles os nossos alvos durante este ano.
Todos os seres vivos são formados por pelo menos uma célula
Se não possuir célula, não é ser vivo.
O que é célula?
Célula é a menor porção de matéria viva e que realiza determinadas funções;
Célula é a unidade fundamental da vida.
IMPORTANTE: Todas as partes de qualquer ser vivo são formadas por células, sejam eles animais, vegetais, fungos, protozoários ou bactérias.
Partes de uma Célula
A célula é formada por 3 partes básicas:

CITOPLASMA: tem uma consistência gelatinosa e preenche toda a célula. Nele estão mergulhadas todas as organelas responsáveis pelas atividades celulares.
NÚCLEO: é quem comanda tudo na célula. Nele estão os genes formados pelo DNA que contém as informações genéticas.
Quase todas as células são microscópicas, ou seja, só podem ser vistas com a ajuda de um microscópio. Mas existem algumas maiores, chamadas macroscópicas.
Teoria Celular
Formulada no final do século XIX, diz que:
*Todos os seres vivos têm pelo menos uma célula
*Toda célula se origina de outra preexistente
*A célula é a menor porção viva capaz de realizar diversas funções que mantém o organismo vivo.
Quanto ao número de células os seres vivos podem ser:
UNICELULARES: São formados por apenas uma célula, como por exemplo, as bactérias.
PLURICELULARES: São formados por várias células, podendo chegar a milhares.
Níveis de Organização dos Pluricelulares

As células possuem níveis de organização, que são:
TECIDOS: são conjuntos de células semelhantes que desenvolvem as mesmas atividades. Ex.: tecido epitelial (restimento como a pele)
ORGÃOS: são conjuntos de tecidos que juntos desempenham uma determinada função. Ex.: estômago (tec. Muscular + tec. Epitelial = digestão)
SISTEMAS: são conjuntos de órgãos que juntos desempenham uma determinada função. Ex.: sistema digestório (boca + estômago + intestinos = digestão dos alimentos )
Em breve postarei a correção das atividades do Capítulo 1 do nosso livro. Um abraço! :D
domingo, 2 de janeiro de 2011
Pteridófitas
Olá Pessoas, tudo bem?
Ano Novo, vida nova.... mas o mesmo ano letivo :p
Nada de folga pra nós que temos MUITO mesmo pra aprender....
Então, mãos à obra!!!
PTERIDÓFITAS
São as famosas samambaias, avencas (aí ao lado esquerdo) e xaxins. Também uma planta um pouco menos conhecida chamada cavalinha.
Esse nome lindão veio do grego pteridon, que significa “feto” e phyton, que significa “planta”, isso porque a forma das folhas em brotamento lembram a posição de um feto no útero materno, como vocês podem notar na foto ao lado.
Hoje em dia a importância das pteridófitas para os interesses humanos é apenas seu valor ornamental.
Porém ao longo da história evolutiva do planeta, elas tiveram grande importância pois foram as primeiras a apresentar um sistema de vasos condutores de nutrientes. Isso favoreceu o transporte rápido pelo corpo do vegetal e possibilitou o surgimento de plantas de grande porte. Essa característica também é marcante para a adaptação ao ambiente terrestre.
O corpo das pteridófitas possui raiz, caule e folhas verdadeiros. O caule na maioria dos casos é subterrâneo e as folhas, divididas em folíolos.
Apesar de serem plantas terrestres, as petridófitas vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados.
REPRODUÇÃO DAS PTERIDÓFITAS
Assim como as Briófitas, as Pteridófitas também apresentam duas fases (sexuada e assexuada) em seu ciclo reprodutivo.
Por exemplo, as samambaias, que são plantas assexuadas e produtoras de esporos. Portanto é a fase chamada de esporófito.
Em certas ocasiões surgem pontinhos escuros na face inferior das folhas da samambaia. (Veja a foto ao lado) São os chamados soros. Em cada um desdes soros são produzidos inúmeros esporos que ao amadurecer, são liberados.
Ao cair em solo úmido, cada esporo pode germinar e dar origem a um protalo, essa plantinha em forma de coração mostrada na figura. O protalo é uma planta sexuada e produtora de gametas, ou seja, é o gametófito.
No protalo existem estruturas que formam anterozóides e oosferas. Também exite uma quantidade de água suficiente para levar o anterozóide até a oosfera para a fecundação. Então surge o zigoto que irá formar o embrião. O embrião se desenvolve e forma uma samambaia. Observe a ilustração abaixo:
Uma coisa importante a ser dita e nunca esquecida é que, no caso das Pteridófitas, a fase chamada esporófito é duradoura enquanto a fase denominada gametófito é passageira (desaparece logo após a fecundação). Notem que é exatamente o contrário do que acontece com as Briófitas.
That’s it!!! J
Vamos à música então!!!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Algas Pluricelulares
Começamos agora a estudar o Reino Plantae (Metaphyta), ou seja, dos vegetais.
Vocês já notaram que o nível de complexidade dos organismos está aumentando. Neste Reino estão inclídos muitos tipos diferentes entre si, mas com algumas características em comum: São pluricelulares, autótrofos e macroscópicos.
Vamos estudar diversos grupos de plantas, cada um em um post diferente, a começar pelas algas pluricelulares. Então... mãos à obra!!!
ALGAS PLURICELULARES
São organismos aquáticos, em sua maioria marinhos, mas também com espécies de água doce, ou seja, vivendo em rios e lagos. Até mesmo em solos úmidos.
As algas pluricelulares não têm órgaos especializados e seu corpo todo é denominado talo.
Sua reprodução é variável, dependendo da espécie., podendo ser assexuada ou sexuada. Dividem-se em 3 grupos: Clorófitas, Rodófitas e Feófitas.
CLORÓFITAS
Também chamadas de Clorofíceas, são conhecidas como "algas verdes". A maioria marinha mas também com algumas espécies dulcícolas.
Muitas delas são consumidas pelo ser humano como alimento, como por exemplo o gênero Ulva (alfaces-do-mar), muito apreciadas pelos orientais.
RODÓFITAS
As Rodofíceas são conhecidas como "algas vermelhas", mas podem também apresentar a coloração azulada e róseas, dentre outras. Isso porque além da clorofila, possuem possuem outros pigmentos como a ficoeritrina (avermelhada) e a ficocianina (azulada).
Algumas rodófitas são utilzadas como alimento, como por exemplo a nori, utilizada no preparo do sushi.
FEÓFITAS
Também chamadas de Feofíceas, são conhecidas como algas pardas, pois sua coloração vai do marron-escuro ao verde-amarelado, dependendo da proporção de seus pigmentos. Além da clorofila, apresentam a fucoxantina.
São quase que exclusivamente marinhas e os exemplares mais conhecidos são os sargaços (gênero Sargassum). Podem chegar a medir vários metros de comprimento.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A Evolução dos Seres Vivos
Olá pessoas!!!!
Com um certo atraso, é verdade, finalmente eu publico o conteúdo sobre Evolução dos Seres Vivos.
Então... vamos ao que interessa!!!!
UMA VISÃO GERAL DA VIDA NA TERRA
No período em que os dinossauros habitavam a Terra, nem os seres humanos e nem a maioria das espécies atuais existiam, não haviam surgido ainda. E antes deles, outras espécies já haviam desaparecido.
Sabemos disso tudo por causa dos fósseis.
Os fósséis são "pistas" que os seres vivos do passado deixaram da sua existência. Podem ser representados por partes ou restos do corpo ou ainda um pequeno vestígio, tais como dentes, ossos, conchas, carapaças, pegadas, trilhas, moldes e até fezes fossilizadas.
A idade aproximada de um fóssil pode ser calculada através de técnicas especiais e além desta informação, também podemos saber muitas outras coisas, tais como: habitos alimentares, aparência, tamanho e outras características.
Os fósseis também contam muito sobre o ambiente daquela época.
Desta forma os fósseis têm grande importância para o estudo dos seres vivos, auxiliando-nos a compreender as transformações neles ocorridas ao longo do tempo e a entender melhor a história da vida na Terra.
CONCEITO DE ADAPTAÇÃO
Dizemos que uma espécie está adaptada ao ambiente em que vive quando possui características que contribuem para sua sobrevivência e reprodução.
Em outro ambiente ou se há uma mudança ambiental grande, as mesmas características que até então eram "favoráveis", podem revelar-se inuteis ou até mesmo prejudiciais.
SELEÇÃO NATURAL
Em meados do século XIX, numa cidade inglesa chamada Manchester, viviam mariposas que apresentavam duas variedades de cor: clara e escura. Antes da industrialização da cidade, predominavam as de cor clara. Com a industrialização, aconteceu o inverso: as escuras predominaram.
Isso porque antes da industrialização, os troncos das árvores eram clarinhos pelo líquen e deixavam em evidência as escuras, facilmente predadas pelas aves insetívoras. Com a poluição gerada pelas industrias, isso mudou. A fuligem das chaminés cobriu e escureceu os troncos, deixando então as mariposas claras em evidência. Um exemplo claro de um fator favorável que tornou-se desfavorável por uma mudança ambiental.
Resumindo: As mariposas apresentavam uma certa variedade de cores: algumas eram claras e outras escuras. Um determinado componente do ambiente atuou selecionando essas variedade.
"Seleção Natural é o mecanismo pelo qual o ambiente atua nos seres vivos como um fator selecionador: indivíduos com características favoráveis têm maiores chances de sobreviver e se reproduzir, enquanto os seres com características desfavoráveis tendem a ser eliminados."
O conceito de seleção natural foi idealizado pelo cientista inglês Charles Robert Darwin (1809-82). Leia mais sobre ele AQUI.
O processo de transformação pelo qual passam os seres vivos através dos tempos, incluindo a origem de novas espécies, chama-se "Evolução", e vem acontecendo desde que a vida surgiu na Terra há cerca de 3,5 bilhões de anos. E sabe como surgiram as diferenças entre os indivíduos? Essas diferenças em características favoráveis e desfavoráveis?
MUTAÇÕES E VARIABILIDADE GENÉTICA
Você já sabe que as caracteríscas de um ser vivo são determinadas pelo material genético (DNA), ou seja, pelo conjunto de genes. Os genes de um indivíduo, por sua vez, podem ter sua estrutura alterada espontaneamente ou pela ação de agente externos. São as chamadas mutações.
As mutações resultam no surgimento de características novas, que podem ser favoráveis ou não à adaptação dos organismos ao ambiente em que vivem. As características favoráveis são passadas aos descendentes.
A evolução acontece quando a seleção natural atua sobre a variação genética exstente entre indivíduos de uma população.
REPRODUÇÃO SEXUADA E VARIABILIDADE GENÉTICA
Quando um gameta masculino se une a um gameta feminino na fecundação, ocorre uma "mistura" de material genético, gerando diferentes combinações genéticas.
Por exemplo, uma criança humana pode exibir muitas características presentes em seus pais mas também exibe outras características que não existem neles. Em outras palavras, ela é parecida mas não exatamente igual aos seus pais.
A reproduão sexuada gera, portanto, indivíduos geneticamente diferentes, contribuindo para a variabilidade genética dentro de uma espécie.
REPRODUÇÃO SEXUADA E VARIABILIDADE GENÉTICA
Quando um gameta masculino se une a um gameta feminino na fecundação, ocorre uma "mistura" de material genético, gerando diferentes combinações genéticas.
Por exemplo, uma criança humana pode exibir muitas características presentes em seus pais mas também exibe outras características que não existem neles. Em outras palavras, ela é parecida mas não exatamente igual aos seus pais.
A reproduão sexuada gera, portanto, indivíduos geneticamente diferentes, contribuindo para a variabilidade genética dentro de uma espécie.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
22 de Abril - Earth Day

O Dia da Terra foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado em 22 de abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.
Tem por objetivo criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

Nós precisamos fazer a nossa parte.
Não esqueçam dos 5 Rs: Repensar (os hábitos de consumo e descarte), Recusar (produtos que prejudicam o meio ambiente e a saúde), Reduzir (o consumo desnecessário), Reutilizar (e recuperar ao máximo antes de descartar) e Reciclar.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A Investigação Científica
Olá alunos da 6ª série (7ºano), prontos para o trabalho?Antes de mais nada é preciso que compreendamos como os cientistas trabalham. Para investigar certos fenômenos, é utilizado o chamado método científico que, de uma maneira geral, obedece uma sequência geral de passos.
Então vamos nos utilizar como exemplo, o experimento de Redi.
Francesco Redi (1626-1698) foi um cientista italiano que decidiu investigar como algumas larvas de insetos surgem no lixo, em frutas e mesmo na carne de animais mortos em decomposição. Naquela época, muitas pessoas acreditavam que essas larvas surgissem espontaneamente. Redi então, elaborou um experimento simples, em que colocou pedaços de carne dentro de frascos, onde alguns ficaram abertos e outros tapados com gaze. Depois de alguns dias, Redi constatou que aquela carne atraía moscas que tinham livre acesso aos frascos abertos mas que não entravam naqueles tapados.

Logo em seguida, levanta-se um problema a ser resolvido: "Como estes vermes surgem na carne? Será que eles se originam da própria carne?"
O passo seguinte é pensar numa possível resposta, o que chamamos de levantar uma hipótese explicativa: "Esses vermes não devem originar-se da carne mas sim de outros seres vivos."
Pra saber se a hipotese está correta é preciso testá-la, ou seja, realizar um experimento.
Por fim, chega-se a uma conclusão analisando o experimento. No caso de Redi a conclusão foi: "os vermes só aparecem em frascos abertos onde as moscas transitavam livremente, o que leva a crer que as moscas originavam-se de outras moscas e não da carne em decomposição"
Então simplificando, as etapas a serem seguidas são:
* Observar um fato ou fenômeno
* Levantar um problema
* Formular uma hipótese
* Realizar experimentos
* Chegar a uma conclusão.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Reino dos Fungos
Olá pessoas!!!! Tudo bem?Agora que já encerramos os Reinos Monera e Protista, vamos estudar o Reino Fungi, também conhecido como Reino dos Fungos.
Os Fungos são os mofos, bolores, cogumelos e leveduras. São seres vivos sem clorofila e podem ser unicelulares ou pluricelulares. De vida livre ou não, podem ser encontrados nos mais variados ambientes, principalmente em ambientes úmidos e ricos em matéria orgânica.
O CORPO DOS FUNGOS
Formados por células eucariontes (com carioteca), possuem também algumas organelas membranosas. Estas células são dotadas de parede celular rica em quitina.
O corpo do fungo é organizado por filamentos microscópicos chamados hifas que se entrelaçam formando uma espécie de massa chamada micélio. Quando algumas hifas apresentam-se férteis, o micélio emite uma estrutura produtora de espóros (unidades de reprodução). A esta estrutura chamamos de corpo de frutificação, como se vê no esquema abaixo:
A REPRODUÇÃO DOS FUNGOS Os fungos apresentam reprodução sexuada e assexuada. Para explicar, utilizaremos como exemplo fungos do tipo basidiomiceto, também conhecdo como cogumelo de chapéu.
O corpo de frutificação (chapéu) é portadora de vários esporângios que produzem os espóros. Quando prontos, os espóros são liberados no ambiente e se espalham. Ao encontrar ambientes favoráveis, estes espóros germinam e formam novas hifas, que darão origem a um novo micélio e formarão um novo fungo.
O n° de corpos de frutificação emitidos variam de acordo com a espécie mas sabe-se que um únigo Agaricus bisporus é capaz de emitir de 80 a 100 cogumelos no ambiente aéreo.
O n° de corpos de frutificação emitidos variam de acordo com a espécie mas sabe-se que um únigo Agaricus bisporus é capaz de emitir de 80 a 100 cogumelos no ambiente aéreo.
COMO VIVEM OS FUNGOS Eles podem viver ns mais variadas temperaturas, entre 60°C a -10°C.
Como são heterótrofos, se alimentam de matéria orgânica (viva ou morta).
Desenvolvem-se bem em locais úmidos e sombreados.
FUNGOS DECOMPOSITORES
São conhecidos como fungos saprófitas e se alimentam de matéria orgânica morta ou resíduos dos mesmos, tais como pele, folhas e frutas.
Esta ação decompositora é de extrema importância para o equilíbrio biológico nos diversos ecossistemas terrestres, colaborando com a reciclagem da matéria na natureza.
São conhecidos como fungos saprófitas e se alimentam de matéria orgânica morta ou resíduos dos mesmos, tais como pele, folhas e frutas.
Esta ação decompositora é de extrema importância para o equilíbrio biológico nos diversos ecossistemas terrestres, colaborando com a reciclagem da matéria na natureza.

FUNGOS PARASITAS
São aqueles fungos que vivem as custas de outros seres vivos, causando prejuízo e podendo até matá-los. Muitas doenças nos vegetais são causadas por fungos deste tipo.
Nos seres humanos estes fungos podem causar as chamadas micoses, como por exemplo as frieiras, pano branco e o chamado "sapinho".

FUNGOS MUTUALISTICOS
Estes fungos associam-se a outros seres e ambos os organismos são beneficiados.
Os líquens são exemplos deste tipo de associação, onde o fungo une-se a uma alga. As algas portadoreas de clorofila, são capazes de realizar a fotossíntese e compartilham a matéria produzida com o fungo, que por sua vez retém água e protege a alga da desidratação.

OS FUNGOS E O SER HUMANO
Vamos considerar alguns dos principais grupos de fungos, destaques nos interesses humanos:
Ficomicetos
Podem ser aquáticos ou terrestres, unicelulares ou pluricelulares. Um exemplo deste tipo são os do gênero Rhizopus, conhecidos como bolor preto do pão.
A grande maioria dos ficomicetos vive como decompositores, contribuindo com a recilagem da matéria na natureza.

Ascomicetos
As leveduras são grandes exemplos deste grupo, exploradas em processos de fermentação na produção de bebidas alcoólicas (vinho e cerveja) e também em pães e bolos. Também são utilizadas na produção de combustível natural, como o álcool etílico.
Certas espécies de ascomicetos são utilizados na fabricação de queijos como no caso do gênero Penicilium. Este gênero também é utilizado na produção de penicilina, um tipo de antibiótico, como o visto na foto abaixo:

Basidiomicetos
Também conhecidos como cogumelos de chapéu ou orelhas-de-pau, abrange várias espécies de fungos. Alguns comestíveis, como o champignon.
Alguns são venenosos, como este Amanita muscaria, visto na ilustração abaixo, capaz de provocar alucinações em quem o ingere.
Alguns são venenosos, como este Amanita muscaria, visto na ilustração abaixo, capaz de provocar alucinações em quem o ingere.

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